
O Palmeiras é um time estranho. Goleou o São Paulo por 3 a 0, e neste domingo, em Campinas, perdeu por 2 a 0 do Red Bull Brasil, por 2 a 0. E pior: o ex-corintiano Lulinha fez um gol e deu um passe sensacional para outro. Em sã consciência, ninguém sabe explicar o que aconteceu. Resultado, no entanto, gera uma enorme desconfiança do torcedor sobre o futuro do clube no Paulistão, na Copa do Brasil e principalmente no Brasileirão.
Um desastre. Assim poderia se resumir a atuação palestrina. Nada dava certo. O Verdão mal conseguiu chutar uma bola com perigo ao gol de Juninho. A equipe estava sonolenta, apática, parecia ter chuteiras de chumbo nos pés. O Red Bull, ao contrário, mostrava-se bem armado, com jogadas de pé em pé, e o resultado de 2 a 0 acabou sendo justo. Lulinha bateu de primeira da entrada da área, sem apelação para Prass. Depois, cruzou na cabeça de Fabiano Eller.
O técnico Oswaldo Oliveira, na etapa final, trocou Zé Roberto e Cristaldo por Victor Luís e Gabriel Jesus. De fato, o Palmeiras melhorou, nem tanto pelas substituições e mais pelo recuo natural e compreensível do RB Brasil. “Afinal, para quê tentar ampliar o placar se dava muito bem para administrar a vantagem?”, deve ter pensado o técnico Maurício Barbieri. E com razão. O “caçulinha” da Série A do campeonato paulista pode se classificar sim para a próxima fase da competição.
E dá-lhe, Verdão: uma no cravo e outra na ferradura. Praga de são-paulino? Talvez.
E assim caminham a desconfiança e a mediocridade…
Assim caminha a mediocridade de todos os times paulistas, sem exceção, o curica até agora vai ganhando de 1 x 0 e os jornalistas tolos achamo máximo, oparmeirinha levar gol de lulinha é para encerrar as atividades futebolísiticas, o peixe empatou com um dos últimos colocados e o São Paulo está uma “baba” só.Enfim o Brasileirão este ano terá times paulistas brigando para não cair.