
Era uma das estreias mais esperadas do ano. Afinal, Arouca veio do Santos com fama de quem iria acertar o meio-campo do Palmeiras, além de ser um jogador técnico, toque de bola refinado e elegante. Faltou combinar com o Capivariano. Time do Interior endureceu demais. Aí, então, brilhou a estrela de Robinho. O camisa 27 marcou dois golaços. O primeiro de falta, já no segundo tempo; o outro, de fora da área, pegando de primeira uma bola rolada da esquerda. O Verdão derrotou um adversário difícil por 2 a 0, para alegria de mais de 30 mil palmeirenses (público recorde do Allianza Parque).
E Arouca? Sem dúvida agradou. Mostrou visível desentrosamento com os companheiros. Mostrou-se meio perdido no meio-campo. Atuou praticamente de cabeça de área, muito recuado. Talvez o técnico Oswaldo Oliveira tenha de repensar melhor o posicionamento do craque. Avançado, como atuava no Peixe, ele rende o triplo. Arouca tem tudo para ser a tal cereja do bolo alviverde, em uma equipe ainda em formação e já rendendo um futebol aguerrido e vibrante.
E Robinho? Bem, esse mostrou que se Valdívia quiser uma vaga de titular na equipe o treinador terá de pensar em outro para sair. De novo fez uma ótima exibição, dedicando-se integralmente ao grupo, buscando encaixar-se no esquema tático com enorme aplicação. Aliás, não é de hoje. Desde a sua chegada nunca faltaram esforço e boa vontade. Menção honrosa para Zé Roberto. Como sempre uma “formiguinha” em campo, correndo como se tivesse 18 anos a menos.
E tenho dito!
Epâ!!! Robinho bom é o do Santos FC…