Cassio salva Timão e Rogério Ceni tem “azar de goleiro” no Tricolor

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Sergio Barzaghi/Gazeta Press

O filósofo do futebol lá pelos anos de 1950, o hermano Don Jose Cavaca, já maldizia a posição de goleiro. “Nem onde ele pisa, a grama nasce”. Na última rodada do Brasileirão, Rogério Ceni sofreu “azar de goleiro” contra o Goiás, no Serra Dourado. No entanto, o Corinthians deve ao jovem Cássio o empate sem gols diante do Cruzeiro, de Minas, em tarde de Pacaembu lotado. Não é fácil ser goleiro.

O veterano Ceni teve um dia de vilão. A falta cobrada pelo ex-são-paulino Rodrigo, chocou-se na trave, bateu nas costas do “camisa 01” e foi para o fundo das redes. Lá se foram os 100% do técnico Muricy Ramalho para o devido espaço. No Paulo Machado de Carvalho, Cassio salvou a pátria alvinegra. Foram três lances sensacionais. Um cabeçada de Nílton; outro chute cruzado de William e, no finalzinho do jogo, assustou o rodado Júlio Batista e agarrou a bola.

Será que tem alguma coisa a ver com a idade? Com certeza não. É uma questão de inspiração, simplesmente.

E tenho dito!