
Neymar abriu o caminho de uma goleada até inesperada da seleção brasileira na estréia na Copa das Confederações sobre o Japão, 3 a 0. Tudo muito simbólico. Afinal de contas, o futuro parceiro de Lionel Messi no Barcelona, da Espanha, estava há dez jogos sem balançar as redes adversárias. Um excelente começo para uma equipe quase totalmente desacreditada.
Depois, só deu Corinthians. Ou seja, Paulinho fez o dele como sempre. A Fiel já está acostumada a com isso. O principal artilheiro do Timão deixou a marca incontestável; matou com um pé e mandou ver. Aí, então, entrou Jô. Ele agora veste a camisa 9 do Galo Mineiro. No entanto, nasceu forjado na garra e na raça do extinto terrão do Parque São Jorge.
Honra ao mérito para o técnico Felipão. Soube conter a velocidade dos japoneses com toques de bola, na malícia do craque nacional. Se continuar assim, a Geração Neymar vai longe. O Japão já era. Virou sushi.
E tenho dito!