Copa do Catar: Arbitragem Brasileira em alta

Foto: Anne-Christine POUJOULAT / AFP

A mais importante competição do mundo reúne, além dos melhores jogadores de futebol dos países que dela participam, os mais bem qualificados e experientes árbitros de futebol do planeta.

O Brasil, em que pese a exigência além do limite em relação a nossos árbitros por parte da comunidade do futebol e que, por consequência, no entender de muitos, não teria uma arbitragem de boa qualidade, foi aquinhoado com a seleção de dois trios completos e mais uma assistente para participar da Copa do Catar, servindo de destaque internacional.

Nossos representantes são Rafael Claus e Wilton Pereira Sampaio, como árbitros centrais e Rodrigo Correa, Danilo Simon Manis, Bruno Pires, Bruno Boschilia e Neusa Back, como assistentes.

Mas os sucesso de nossos árbitros não se limitou ao simples comparecimento ao torneio mundial. Com efeito, uma vez estando no CATAR, todos eles revelaram competência, compromisso, conhecimento e, pois, capacidade para atuar em jogos de tão elevada envergadura.

Prova disso é que o trio composto por Rafael Claus, Rodrigo Correa e Danilo Simon Manis já foi designado para duas importantes partidas, cujo trabalho foi de ótima qualidade.

De seu turno, a outra equipe composta por Wilton Pereira Sampaio, Bruno Pires e Bruno Boschilia já atuou em três (03) jogos, sendo o último deles da fase das oitavas de final da competição, cuja importância, por ser partida eliminatória, é muito elevada.

Nesse jogo, Wilton Sampaio e seus assistentes atuaram de forma muito especial. Realmente, pois, como dito, apesar da

importância da partida, nenhum dos integrantes do trio foi notado em campo, em razão da assertividade, segurança, autoridade e discrição atotadas em todas as decisões que tomaram, como se é de esperar de uma equipe de arbitragem competente.

De seu turno, Neusa Back, em que pese não integrar um trio originário de qualquer país, pois foi a 5ª árbitra assistente do Brasil a ser convocada, por ter alta capacidade compôs o trio que dirigiu a importante partida entre a França e a Tunísia, executando seu trabalho com igual eficiência à de seus conterrâneos.

A performance de nossos representantes no Catar é prova indiscutível da boa qualidade da arbitragem brasileira, sendo que esta constatação não pode ser afastada por conta de alguns equívocos que cometemos. Afinal, não há arbitro que não erre. Só não cai o montador que não monta.

O não reconhecimento desta verdade só se justifica por outra:

“O profeta nunca é bem-vindo à sua terra natal”.

Parabéns Rafael Claus, Wilton Pereira Sampaio, Rodrigo Correa, Danilo Simon Manis, Bruno Pires, Bruno Boschilia e Neusa Back.

Parabéns a todos os árbitros do Brasil.

Ao leitor, a palavra final.

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