Deu Samba no primeiro PokerGol

Jogadores do Samba Poker Team venceram torneio de futebol entre times de poker

A convite da Cardroom, a equipe de poker que a minha esposa Mayza Basso faz parte, fomos dar uma conferida na festa pós a primeira edição do PokerGol, o campeonato de futebol entre os times de poker, algo que começou com os amistosos entre o 4Bet e o Samba e promete se tornar tradição no calendário dos atletas da mente, sempre as vésperas do BSOP Millions.

Nessa primeira edição nove foram os times participantes: 4Bet, Akkari Team, Cardroom, Flow, Full, Guerreiros, Resenha, Samba e Step Team. O título ficou com o Samba que depois de passar pela Cardroom na semifinal derrotou os Guerreiros na decisão.

Detalhes dos jogos fica impossível de passar para o amigo leitor, isso porque a bola começou a rolar em uma quadra de futebol Society da zona sul de São Paulo por volta das três da tarde de uma segunda-feira. Neste horário, este que vos escreve costuma estar lá pelos lados da Av. Paulista, 900, onde fica a redação da Gazeta Esportiva, o que impossibilitou qualquer chance de acompanhar as pelejas.

Time da Cardroom: Em pé da esq para direita: Facunha, Rezala, Mcabecao, Zwinsky, Nego_pc, Dsenhorpoker, Raul Isiara. Agachados: Viinig, Dpbezerra, Barrerinha, D_aranha.j8, Cassio47 e Pseudo Fruto.

Chegamos só para o churrasco, por volta de umas nove e meia da noite e o nível etílico de todos era visivelmente avançado. A música que rolava era de primeira, um sambinha capitaneado pelo poker pro Pedro Padilha animava a galera. O jogador inclusive me cumprimentou com um efusivo abraço logo de cara, algo que me deixou bem feliz, mas o melhor ainda estava por vir.

Não demorou muito e encontramos o Barreirinha, o diretor financeiro da Cardroom e quem convidou a mim e a Mayza para o evento. Ele foi extremamente receptivo e presenteou a minha esposa com um boné do time e uma camiseta – que seria minha se me servisse, mas agradar a patroa é me agradar duas vezes.

Além do Barrerinha a conversa com o pessoal do time foi muito legal, o Zwinsky e o Raul foram grandes parceiros, sempre enchendo o copo desse jornalista amante do joguinho. O lado negativo ficou por um conta de um sujeito trajando um agasalho do Boca Juniors, chinelos e um cabelo parecido com o do Coalhada, mítico personagem do Chico Anysio.

O tal rapaz estava em um grau que se colocou como guardião da nobre cevada servida aos jogadores e insistia em não deixar que o liquido chegasse até a minha sedenta garganta. Acho que ele estava queimado por algumas bad beats, dessa vez as do mundo da bola e do churrasco, certamente não as do poker.

Tirando esse inconveniente o clima entre os jogadores era de grande descontração. Atletas que diariamente se enfrentam nos feltros online das mais diversas plataformas davam risadas, se abraçavam e confraternizavam. Um momento especial no poker brasileiro, isso que na festa não tinha nenhum baralho, fichas e nada mais além de uma boa música e sorrisos no rosto.

 

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