De “asset” a “ass”

Martellus Bennett (Foto: Maddie Meyer/Getty Images)

Bristol, CT (EUA)  – Vai crescendo o números de jogadores do New England Patriots que se recusam a comparecer à Casa Branca para a visita ao Presidenrte Donald Trump, com o objetivo de comemorar a recente vitória no Super Bowl.

Até o momento temos Marcellus Bennett, Devin McCourty, LaGarrett Blount, Dont’a Hightower, Chris Long e Alan Branch.

Seis. A lista  ainda pode crescer.

Bennett chegou a dizer que, caso Donald Trump fosse eleito, pensaria em se mudar para outro planeta.

Donald Trump é estreitamente ligado ao New England Patriots. É amigo pessoal do dono, Robert Kraft, recebeu o apoio do técnico Bill Belichick na campanha eleitoral e tem relações sociais com o quarterback Tom Brady e sua mulher, a brasileira Gisele Bündchen.

Durante a campanha eleitoral Tom Brady tinha um boné vermelho com a inscrição Make America Great Again (slogan  de Donald Trump) em seu cubículo no vestiário do Patriots, embora não tivesse chegado a formalmente endossar Donald Trump.

Mas há outros atletas que repudiam Trump, como o astro do Golden Stares Warriors, da NBA, Stephen Curry.

Há coisa de dias o presidente da Under Armour, Kevin Plank, principal patrocinador de Stephen Curry, descreveu Donald Trump como “a real asset to our contry”. Um verdadeiro tesouro para nosso país.

Stephen Curry não perdoou. Foi aos jornais e disse: Concordo com a denominação se vocês tirarem o “et” de “asset”.

Com o que, de “asset”, Donald Trump passa a ser “ass”. “Ass”, ao pé da letra, é “asno”, mas tem conotações ainda piores.

Stephen Curry (Foto: Andrew D. Bernstein/NBAE via Getty Images/AFP)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *