O fingimento de sempre

 

 

 

 

A CBF está apertando  a Federação Pernambucana de Futebol exigindo a presença de policiais nos estádios locais para realização de jogos interestaduais, depois da violência de quarta feira com invasão de campo e agressão, inclusive a uma senhora conselheira do Santa Cruz, após a eliminação do clube na Copa do Nordeste.

Sempre que algum caso de repercussão ocorre há um “faz de conta” de providências. A CBF finge que está preocupada, toma providências pontuais e tempos depois relaxa e tudo volta à normalidade. A  Inglaterra tinha mais marginais nas arquibancadas do que o Brasil. Erradicou o problema com leis fortes, providências severas e a Premier League virou, também por essa razão, o maior certame de futebol do mundo.

Paliativos não levam a nada. Há necessidade de implementação de leis firmes, e isso tem que passar por governos, clubes, federações e todos os interessados diretos na organização de torneios no país. Mas o que vemos é exatamente o oposto. As tais “torcidas uniformizadas” mandam e desmandam, intimidam, matam agridem e recebem tratamentos privilegiados em todo lugar. De fez em quando fingem que querem resolver o problema. Mas querem só os votos. Afinal, eles, os uniformizados, são muitos. E votam, né?