A arte de destruir

 

Tiago Nunes está fora do Grêmio. Não muda nada no Brasil. Logo ele será considerado uma promessa que não deu certo como já ocorreu com Zé Ricardo, Adilson Batista e outros tantos um pouco mais atrás. Ele começou muito bem no Athético Paranaense, foi para o Corinthians com boa expectativa, mas foi queimado rapidamente. Aí passou para o Grêmio de onde veio no começo de carreira. E agora durou muito pouco por lá.

Não há tempo para qualquer trabalho consistente. A pressa pelos resultados gera porcaria. Cada dia fica mais difícil termos equipes trabalhando bem taticamente. E aí a qualidade dos jogadores, que já não é de primeira linha, cai ainda mais impedindo bons jogos. Pior é que não se vê soluções a curto prazo.