O avanço dos Grupos

 

Eles são cinco. São as multinacionais do esporte. Seus tentáculos crescem dia a dia e talvez você nem saiba. O mais visível para nós é o Red Bull até pela recente compra do Bragantino. O City Football, por Guardiola e o time matriz Manchester City, também é muito falado. Mas existem outros tão grandes ou maiores que eles espalhados pelo mundo.

A Fenway Sports Group é uma potência, que abriga entre outros, o gigante do beisebol Boston Red Sox e o campeoníssimo Liverpool do futebol, além de times de corridas, Parques Esportivos e Redes Regionais de Televisões a cabo.

O Quantum Pacific Group, grande acionista do Atlético de Madrid, entrou em Portugal através do Famalicão. O dono, um milionário de Israel, possui vários empreendimentos pelo mundo e ações disponíveis em bolsas americanas. A expectativa é de aumentar os investimentos nos esportes ainda em 2020.

Há ainda a PEAK6  do Saint Ettiene e do Dundalk FC e dos E-Sports e a KSE gigante americana com poderosos investimentos em basquete, beisebol, hockey e no time inglês de futebol do Arsenal, masculino e feminino. E aqui no Brasil ainda estamos no sistema de sócios e conselheiros. Mais do que superado.

A cada semana esses grandes grupos aumentam seus abismos com relação aos demais. Nesta semana o City Group entrou na França adquirindo o tradicional Nancy, hoje na Segunda Divisão. A tendência é de só crescer. E aí fica a pergunta: Como competir com eles, com tão pouco imaginação do lado de cá do mundo.