Com cara de Corinthians

O Corinthians jogou mal. Vinha evoluindo, mas ficou abaixo do que pode em Brusque. Mas aí veio a história, o carisma, o Pai Jaú, sei lá. Quando tudo estava perdido, uma bola na trave salvou a Copa do Brasil. Ela segue nos planos, nos objetivos do time para 2017. Lições serão tiradas. A equipe foi lenta, sem criatividade e fez muito pouco. Precisa render mais. E falo dos jogadores mesmo. Uma folha de 10 milhões de reais, não pode se emparelhar com companheiros de trabalho que ganham, no total, 180 mil.

De qualquer forma o Corinthians passou e a vida segue. Fábio Carille terá paz para trabalhar. As vésperas de um clássico isso é fundamental. Os jogadores precisam assumir certas partidas. E não foi isso que eles mostraram. Imaginem ser eliminado pelo Brusque, num ano sem Libertadores. O prejuízo seria imenso.

Enfim, o susto, por enquanto, está superado. Mas a bolinha, que boa parte dos caros atletas corintianos está jogando, ainda não. Imaginar que os meninos da base vão resolver tudo, é bobagem. Eles só serão úteis num contexto coletivo, onde os mais velhos sejam protagonistas. Aguardemos o clássico contra o Santos.