Zé Ricardo e Roger Machado

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press
Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

 

Zé Ricardo, o técnico do Flamengo, com conceitos táticos de futsal e muita ousadia, viveu uma bela noite na quarta feira, empatando com o Palmeiras, mesmo com 10 jogadores, desde os 40 minutos do primeiro tempo. Enquanto isso, Roger Machado desistiu do projeto Grêmio, após a goleada que sofreu em Campinas. São dois jovens treinadores, interessantes promessas. O momento do Roger não é bom, o que não lhe tira o bom conceito, adquirido com treinamentos modernos, estudo e boas iniciativas.

Zé Ricardo viu o lugar no Flamengo cair-lhe no colo com a doença de Muricy. E está longe de decepcionar. Ousou tirar Diego de um time, que já tinha perdido um homem de meio campo. Fez o certo, mostrando coragem, que poucos no Brasil estão acostumado. Pensou no jogo coletivo. E deu certo.

Gente nova, pensamentos novos. Bom para o nosso futebol. Muitos dos vícios e conceitos arcaicos cairão com a abertura de espaço para estudiosos, profissionais com visões mais globalizadas e que sabem exatamente o tamanho do nosso futebol atual. Escolhi falar sobre o tema, exatamente com Roger no seu pior momento. Não importa. Ele têm conceitos interessantes e futuro bem promissor. Zé Ricardo deu ao Flamengo um patamar tático, que não víamos há tempos. Ainda há luz no futuro do nosso futebol. Não adianta ficarmos iluminando apenas o passado.