A Escalada como uma opção para a escola, não é?

O ano de 2021 marcará a entrada da ESCALADA nos Jogos Olímpicos, em Tóquio, no Japão. Será um momento especial para a modalidade, afinal ela terá maior visibilidade e muitas pessoas que nem ao menos ouviram falar desta atividade poderão apreciar uma de suas formas de prática.
Para os professores de educação física escolar este será um problema, ou uma oportunidade. Problema, porque muitos de seus alunos irão lhe perguntar se ele viu a prova de velocidade, ou se ele sabe explicar como os atletas conseguem segurar-se em parede tão inclinada, além disso, talvez alguns queiram subir pelas paredes, transpor os muros, ou ainda subir na árvore do pátio. Toda essa novidade pode causar desconforto para os professores que ainda se mantém distantes das práticas de aventura na escola, mesmo com a inserção de sua obrigatoriedade no ensino fundamental II na Base Nacional Comum Curricular.
Todavia, há aqueles que verão na escalada uma oportunidade, porque adeptos de uma educação física plural e que contextualize a cultura corporal à realidade vivida, não ficarão de fora e procurarão novos conhecimentos para abordar o tema em suas aulas.
Ademais, diz-se que deverão ir atrás deste conteúdo, porque em sua maioria, não o tiveram em sua formação inicial na graduação e muito menos praticaram a escalada em seu tempo livre, ou seja, precisarão se preparar para essa aventura. Entende-se que aqueles que enxergam a escalada como possibilidade na educação física enriquecem as aprendizagens dos estudantes, porque como expõe Pereira (2018), a
escalada pode trazer vários benefícios aos estudantes como o desenvolvimento físico e emocional.

O texto é de autoria dos professores : Dimitri Wuo Pereira e Juliana de Paula Figueiredo

 

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