{"id":8866,"date":"2022-04-03T17:59:18","date_gmt":"2022-04-03T20:59:18","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/chicolang\/?p=8866"},"modified":"2022-04-03T18:22:29","modified_gmt":"2022-04-03T21:22:29","slug":"um-titulo-merecido-e-incontestavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/chicolang\/2022\/04\/03\/um-titulo-merecido-e-incontestavel\/","title":{"rendered":"Um t\u00edtulo merecido e incontest\u00e1vel."},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_8868\" aria-describedby=\"caption-attachment-8868\" style=\"width: 3543px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/chicolang\/files\/2022\/04\/sp-pal1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-8868\" src=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/chicolang\/files\/2022\/04\/sp-pal1.jpg\" alt=\"\" width=\"3543\" height=\"2362\" srcset=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/chicolang\/files\/2022\/04\/sp-pal1.jpg 3543w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/chicolang\/files\/2022\/04\/sp-pal1-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/chicolang\/files\/2022\/04\/sp-pal1-768x512.jpg 768w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/chicolang\/files\/2022\/04\/sp-pal1-1024x683.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 3543px) 100vw, 3543px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-8868\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Luis Moura \/ WPP\/GPress<\/figcaption><\/figure>\n<p>O Palmeiras goleou o S\u00e3o Paulo por 4 a 0 e sagrou-se campe\u00e3o paulista de 2002, na tarde desse domingo, no Allianz Parque. No resultado agregado, 5 a 3 para o Verd\u00e3o (primeiro encontro deu 3 a 1 para o Tricolor). O grande her\u00f3i da conquista acabou sendo Raphael Veiga. J\u00e1 tinha dado sobreviv\u00eancia para o time de Abel Ferreira com um gol na partida anterior. No ex-Palestra It\u00e1lia, fez mais dois, passou a r\u00e9gua e fechou a conta. Danilo e Z\u00e9 Rafael completaram o el\u00e1stico e inesperado placar. Rafinha tomou cart\u00e3o vermelho por ter dado tapas em Wesley. Agora, em nove torneio, o portuga chega a invej\u00e1vel marca de cinco conquistas, refor\u00e7ando a tese de que seria o maior treinador palmeirense de todos os tempo.<\/p>\n<p>Logo de cara, um lance pol\u00eamico. Danilo chuta para o gol, bola bateu no bra\u00e7o de \u00c9der. Jogada muito parecida com o p\u00eanalti dado a favor do Tricolor no primeiro jogo. VAR interviu e chamou o \u00e1rbitro. T\u00e9cnico Rog\u00e9rio Ceni reclamou e levou cart\u00e3o amarelo. Arbitro interpretou que nada houve. Palmeirenses reclamaram demais. Rafael Klaus chamou a responsabilidade e fim de conversa. P\u00eanalti claro, que deveria ter sido assinalado sim senhor, levando-se em considera\u00e7\u00e3o os \u00faltimos crit\u00e9rios utilizados em partidas anteriores do mesmo campeonato.<\/p>\n<p><strong>DANILO NA REDE<\/strong><\/p>\n<p>Se o cl\u00e1ssico, por si s\u00f3, j\u00e1 tinha um clima de disputa e rivalidade, da\u00ed para frente a coisa pegou fogo. Defesas implac\u00e1veis. Ou ficava a bola ou o advers\u00e1rio. Verd\u00e3o acelerando a partida. Queria logo um gol para descontar o preju\u00edzo. S\u00e3o Paulo, por sua vez, retrancado at\u00e9 o \u00faltimo. Press\u00e3o total. Dudu cruzou na \u00e1rea. Gustavo Scarpa pegou em cheio e Jandrei salvou. Danilo acertou rebote na linha de zaga. No rebote, Piquerez obrigou Jandrei a encaixar.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, Palmeiras na rede. Gustavo Scarpa mandou da esquerda para a grande \u00e1rea. Desvio no beque, Danilo entrou livre, sem marca\u00e7\u00e3o e de cabe\u00e7a abriu o placar, 1 a 0. Time de Ceni continuou no resguardo e a equipe de Abel Ferreira, manteve a ofensividade. Palestra infinitamente melhor do que o rival. Foi para cima buscar a diferen\u00e7a, sem d\u00f3 e nem piedade. Dudu fazendo gato e sapato pela direita e j\u00e1 merecendo o segundo gol.<\/p>\n<p><strong>Z\u00c9 RAFAEL TIROU VANTAGEM<\/strong><\/p>\n<p>Z\u00e9 Rafael, de fora da \u00e1rea, fuzilou. Bola no poste direito e para o fundo do gol. VAR chamou a aten\u00e7\u00e3o do \u00e1rbitro que, na origem da jogada, Danilo teria cometido falta em Calleri. Klaus foi at\u00e9 o VAR e optou por validar o gol, 2 a 0. Em casa, ao lado da torcida, a tend\u00eancia era pular na frente do marcador a qualquer momento. Tricolor, entrou para segurar a vantagem e se deu mal. Rony (contundido) deu lugar para Gabriel Veron.\u00a0 Com o empate, Alviverde tirou o p\u00e9 e passou a cadenciar o ritmo.<\/p>\n<p>Os jogadores s\u00e3o-paulinos estavam fazendo apenas &#8220;figura\u00e7\u00e3o&#8221;. Tinham grande dificuldade de tocar um para o outro, articular lances ofensivos, sem objetividade alguma. Uma atua\u00e7\u00e3o perfeita palestrina e, ao contr\u00e1rio, uma p\u00e9ssima postura do oponente. A vantagem do Morumbi foi para o devido espa\u00e7o. No placar agregado, 3 a 3. Se continuasse assim, decis\u00e3o iria para penalidades m\u00e1ximas. Palmeiras consciente, dividindo para ganhar. Queria decidir durante os 90 minutos. Gustavo Scarpa tentou &#8220;gol ol\u00edmpico&#8221;, por\u00e9m Jandrei estava atento e espalmou. Raphael Veiga arricou e goleiro pegou.<\/p>\n<p><strong>RAPHAEL VEIGA E A VIRADA<\/strong><\/p>\n<p>Ceni sacou Wellington e colocou Arboleda. Mesmo assim, o Tricolor continuou passivo, ou seja, sem agredir no setor ofensivo. No primeiro lance, aos 2 minutos, Dudu desceu pela direita, driblou Diego e al\u00e7ou para a pequena \u00e1rea. Raphael Veiga entrou de carrinho e fez 3 a 0. Outra vez Dudu livre, leve e solto pela direita, o que j\u00e1 era previs\u00edvel com o Verd\u00e3o atuando no Allianz. Nessa Ceni bobeou. Treinador, ent\u00e3o, resolveu chamar Luciano. \u00c9der foi embora. Piquerez saiu e entrou Jorge.<\/p>\n<p>Espertos, jogadores alviverdes deixaram a pelota para os s\u00e3o-paulinos e tentaram administrar o resultado. Diante dos espa\u00e7os deixados pelo Palestra, o desesperado advers\u00e1rio avan\u00e7ou, meio que na base da in\u00e9rcia. Era \u00fanica alternativa frente ao placar desfavor\u00e1vel. At\u00e9 os 20 minutos, o goleiro Weverton era apenas um telespectador privilegiado da decis\u00e3o. Time do Morumbi tinha liberdade para chegar somente at\u00e9 o meio campo. Dali para frente, batia na &#8220;Muralha Verde&#8221; e n\u00e3o conseguia agredir.<\/p>\n<p><strong>RAPHAEL VEIGA E O T\u00cdTULO<\/strong><\/p>\n<p>Calleri tocou para Alisson. Ele tinha Luciano sem marca\u00e7\u00e3o ao lado e preferiu arriscar sozinho. Para fora. Louve-se o esfor\u00e7o de Calleri. O \u00fanico a dar trabalho no ataque para os defensores alviverdes. Os jovens de Cotia, dessa vez, deixaram o nervosismo tomar conta e n\u00e3o conseguiam produzir absolutamente nada. Pesou a inexperi\u00eancia. Veio Nik\u00e3o e se mandou Rodrigo Nestor. O atrapalhado S\u00e3o Paulo insistia demais no jogo a\u00e9reo, o que facilitava para Gustavo G\u00f3mez e Murilo, a dupla de zaga soberba.<\/p>\n<p>O argentino, na \u00fanica chance criada para valer, pegou um rebote ap\u00f3s cobran\u00e7a de eswcanteio pela direita, e mandou para fora. Jandrei tentou sair jogando com Arboleda, Z\u00e9 Rafael recuperou e rolou para Gabriel Veron, que enfiou para Raphael Veiga, 4 a 0, sem d\u00f3 e nem piedade. Luciano e Z\u00e9 Rafael trocaram farpas e levaram cart\u00e3o amarelo. Abel mudou. Vieram Myke e Wesley. Deixaram o gramado Dudu e Gustavo Scarpa. Rafinha deu dois tapas no rosto de Wesley e acabou expulso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Palmeiras goleou o S\u00e3o Paulo por 4 a 0 e sagrou-se campe\u00e3o paulista de 2002, na tarde desse domingo, no Allianz Parque. 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