Campanha e sorte de campeão

Foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

O texto estava praticamente pronto. Nada parecia mudar o cenário de zero a zero na Arena Condá. O Corinthians até que tomou a iniciativa. Diferentemente da maioria das vezes que jogou neste campeonato, o time comandado por Fabio Carille teve a posse de bola por mais tempo, buscou mais o jogo, mas não criava o suficiente para vencer. E neste cenário de poucas chances, quando chegou ao gol fez na ilegalidade. Rodriguinho antes de empurrar para as redes tocara com a mão na bola, lance imediatamente impugnado pela arbitragem. Romero também teve uma chance de ouro após cruzamento da esquerda. O paraguaio, entretanto, que faz ótima temporada, desta vez deu uma de perna de pau e finalizou de forma bisonha. Do outro lado, a Chapecoense alimentava esperança nas bolas esticadas, nada que realmente pudesse assustar o líder. Na única boa oportunidade criada, Léo Santos salvou praticamente debaixo do gol. O zero a zero parecia o mais justo pelo que se via em campo, até aparecer Jô, artilheiro do campeonato para marcar aos 44, garantir a vitória e aumentar a diferença para o vice-líder em dez pontos. A campanha é de campeão e a sorte também!

 

Um comentário

  1. Não é para me gabar, mas sorte só os competentes tem, visto que se depender somente dela ela não vai aparecer! !!! Visto 0 jogo com o Vitória, no qual o t9me ficou só na dependência dela (sorte), ela não veio e ainda puniu o time c9m a derrota.

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