Osasco: a caridade é a felicidade dos que dão e dos que recebem.

O vôlei com conhecimento e independência jornalística.

É estranha a relação de Osasco com os chamados times pequenos na Superliga.

E não é de hoje.

A sensação é que o time paulista gosta ou se acostumou a viver perigosamente. Só pode ser. O set perdido para o frágil Fluminense, galinha morta da competição, foi inaceitável. Abriu 22/18 e sofreu o revés.

Depois acordou e como se nada tivesse acontecido passou o carro em cima do adversário como era natural.

Osasco não tem tido a surpreendente regularidade que apresentou no primeiro turno e que encheu os olhos do torcedor. Os 24 erros contra o Fluminense são inadmissíveis.

Luizomar deve ter saído de quadra satisfeito com os 3 pontos, mas não com a atitude do time.

Sorte que era o Fluminense, que não assusta ninguém.

Osasco anda abusando e pedindo para perder.

 

 

 

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