Eleição CBV: saiba como votaram os jogadores dos 24 clubes

O vôlei com conhecimento e independência jornalística.

É como dizem: quem não entender o seu silêncio, provavelmente não vai acreditar nas suas palavras.

O trágico resultado da eleição para presidente da CBV continua repercutindo. A maioria dos atletas, 95%, era contra a reeleição de Toroca, atual mandatário, e a favor da renovação. Apesar da vitória esmagadora, os jogadores perderam para as federações que tinham peso 6 vezes maior.

Pior do que a derrota para a classe foi constatar a traição de companheiros de profissão e dois clubes: Flamengo e Pinheiros, esse indo de encontro ao que as 17 jogadoras desejavam.

Isso ajuda a explicar porque o vôlei do Brasil não anda. Cartola de um lado, jogadora do outro.

Os poucos atletas que não apoiaram a mudança, desesperados com a repercussão negativa, tentam se defender.

Em vão.

Vale o que está escrito.

Para minimizar qualquer duvida, o blog conseguiu o resultado da enquete feita pela comissão de atletas dias antes nos 24 clubes que jogam a Superliga:

O blog apurou, informação confirmada por gente ligada ao clube, que Bruno, Lucão, Borges, Tales e Felipe Roque são os que votaram na situação.

Abstenção para Fabiano, Gabriel, João Rafael e Douglas Souza.

Os demais, renovação.

Eis o cenário no feminino:

Valquíria anulou o voto no Flamengo, antigo Rio. Amanda, até onde o blog chegou, foi uma das que acompanhou o clube e votou contra renovação.

Depois foi obrigada a mudar de lado.

Ela e Rapha, a partir da enquete acima, votaram pela renovação falando como representantes da Comissão de Atletas e seguindo o que a maioria esmagadora optou.

 

 

4 comentários

  1. – Os dois times com policagem com a CBV, Rio e Taubaté. Devem levar uma fatia maior do dinheiro do BB e televisao.
    – No masculino os dois maiores “senadores”, Lucao e Bruno; Borges e Tales provavelmente para garantir uma vaga na proxima olimpiada; Felipe Roque por imaturidade, medo de perder chances ou até ir para olimpiadas de 2021.
    Com certeza o volei do Brasil está indo mais rápido ladeira abaixo. Alguns poucos se apropriaram da CBV e não veem o coletivo.

  2. O vôlei tem tudo pra continuar forte no país, mas é inadmissível que os que fazem o esporte acontecer não tem a voz respeitada. Guardada as proporções e estragos, nada difere da situação do futebol e suas federações. Os atletas e algumas federações deram o recado, que resistam.

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