{"id":775,"date":"2026-05-04T19:25:14","date_gmt":"2026-05-04T19:25:14","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/?p=775"},"modified":"2026-05-04T19:25:14","modified_gmt":"2026-05-04T19:25:14","slug":"gol-de-empate-do-palmeiras-contra-o-santos-foi-irregular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/2026\/05\/04\/gol-de-empate-do-palmeiras-contra-o-santos-foi-irregular\/","title":{"rendered":"Gol de empate do Palmeiras contra o Santos foi irregular"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_776\" aria-describedby=\"caption-attachment-776\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-776 size-large\" src=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2026\/05\/Klausgesto-1024x577.png\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"361\" srcset=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2026\/05\/Klausgesto-1024x577.png 1024w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2026\/05\/Klausgesto-300x169.png 300w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2026\/05\/Klausgesto-768x433.png 768w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2026\/05\/Klausgesto.png 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-776\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Cesar Greco\/Palmeiras<\/figcaption><\/figure>\n<p>As regras n\u00e3o distinguem as grandes faltas das pequenas, salvo para efeito de puni\u00e7\u00e3o disciplinar. Todas s\u00e3o faltas. O risco de se arbitrar futebol com essa distin\u00e7\u00e3o, ou seja, marcando apenas as faltas &#8220;grandes&#8221; possibilita que o arbitro d\u00ea ao jogo o destino que desejar, desconsiderando os fatos (segurar, empurrar, cal\u00e7ar etc.) e que conduza seus efeitos para o campo subjetivo, pessoal.<\/p>\n<p>Interpretar uma regra, uma norma n\u00e3o \u00e9 ato de vontade pessoal, subjetivo, mas imperiosamente t\u00e9cnico, com base nas normas e suas ess\u00eancias. N\u00e3o se pode dizer que os atos previstos nas regras como faltosos assim deixem de ser por quest\u00e3o subjetiva. Segurou, empurrou, cal\u00e7ou etc., a\u00ed est\u00e3o as faltas. Logo, n\u00e3o as marcar, sem que haja vantagem, \u00e9 erro, sobretudo quando o jogador que sofre tal a\u00e7\u00e3o perde a posse da bola para o jogador que o segura, empurra ou cal\u00e7a etc.<\/p>\n<p>Exemplo cl\u00e1ssico dessa situa\u00e7\u00e3o foi o do gol de empate do Palmeiras contra o Santos, no jogo de 02\/05\/26. O jogador do Santos tinha a posse da bola e seu advers\u00e1rio, que estava em suas costas, o puxou pelo ombro, contorceu seu corpo, o desequilibrou, provocou sua queda e, por isso, somente por isso, obteve a posse da bola. Falta clara e na fase de ataque que, dessa forma, exigia interven\u00e7\u00e3o do VAR, que dispunha de imagens claras. O gol foi irregular, portanto.<\/p>\n<p>Nosso futebol tem registrado muitos e muitos lances dessa natureza como faltosos. Assim, \u00e9 de se perguntar: quais dos \u00e1rbitros acertaram ou erraram? Qual o crit\u00e9rio que se harmoniza com as regras, o que respeita os fatos e lhes atribuem as consequ\u00eancias ou os que negam tais a\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p>A din\u00e2mica que desejamos para o futebol n\u00e3o \u00e9 base para n\u00e3o se marcar faltas. N\u00e3o pode haver crit\u00e9rio de arbitragem que a tanto chegue. Essa &#8220;filosofia&#8221;, que n\u00e3o seria apenas interpretativa, tem conduzido nossa arbitragem para o campo da incerteza!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As regras n\u00e3o distinguem as grandes faltas das pequenas, salvo para efeito de puni\u00e7\u00e3o disciplinar. Todas s\u00e3o faltas. 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