{"id":39,"date":"2022-08-02T21:19:45","date_gmt":"2022-08-02T21:19:45","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/?p=39"},"modified":"2022-08-02T21:19:45","modified_gmt":"2022-08-02T21:19:45","slug":"os-lances-mais-polemicos-da-20a-rodada-da-serie-a-30-07-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/2022\/08\/02\/os-lances-mais-polemicos-da-20a-rodada-da-serie-a-30-07-2022\/","title":{"rendered":"Os lances mais pol\u00eamicos da 20\u00aa rodada da S\u00e9rie A (30\/07\/2022)"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_40\" aria-describedby=\"caption-attachment-40\" style=\"width: 1500px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-40\" src=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/08\/52252771445_5732abe077_h.jpg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"844\" 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caracterizam a clara oportunidade de gol (DOGSO): dom\u00ednio da bola, dire\u00e7\u00e3o da jogada, dist\u00e2ncia da meta e apenas o goleiro \u00e0 sua frente, a expuls\u00e3o foi correta.<\/p>\n<p>O VAR, portanto, atuou de modo correto, ao analisar estas facetas do lance e o \u00e1rbitro corrigiu seu erro tamb\u00e9m acertadamente.<\/p>\n<p>O acerto do VAR e da arbitragem, por\u00e9m, foi apenas relativo \u00e0 exist\u00eancia da falta e sua natureza t\u00e9cnica, pois a checagem n\u00e3o foi completa.<\/p>\n<p>\u00c9 que, como o protocolo do VAR prev\u00ea, nenhum p\u00eanalti, gol ou CV por falta t\u00e1tica pode ser confirmado sem an\u00e1lise de toda a fase de ataque.<\/p>\n<p>Sendo assim, porque o VAR e AVAR n\u00e3o checaram se houve irregularidade na fase de ataque, principalmente se Dudu estava impedido, pois as imagens exibidas revelam uma situa\u00e7\u00e3o supostamente ajustada, n\u00e3o se pode concluir se a decis\u00e3o final foi correta.<\/p>\n<p>Pelo visto, o exemplo do jogo do Palmeiras com o S\u00e3o Paulo, pela Copa do Brasil, no penal marcado em Calleri, quando a linha de impedimento n\u00e3o foi tra\u00e7ada, n\u00e3o foi suficiente para alertar a CA-CBF, os \u00e1rbitros e os VAR\u2019s sobre a obrigatoriedade de checarem toda a fase de ataque, o que, ali\u00e1s, \u00e9 por demais sabido.<\/p>\n<p>N\u00e3o bastasse, deve ser dito ainda que, se a falta foi dif\u00edcil para Daronco perceber, em raz\u00e3o do lan\u00e7amento longo, o AA-1 tinha dever se realizar trabalho em equipe e atuar.<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito, ao contr\u00e1rio do que surpreendentemente foi afirmado por um comentarista de arbitragem, no sentido de que o AA-1 n\u00e3o atuou porque tinha VAR no jogo, observamos que esta dedu\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de ser muito subjetiva, atinge a \u00e9tica profissional do competente Rafael Alves, em raz\u00e3o do que a pr\u00f3pria \u00e9tica deveria impedir o comentarista de assim imaginar e, principalmente, de tornar p\u00fablica sua concep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim, s\u00f3 se pode dizer que, se houve erro, este teria sido porque Rafael entendeu que n\u00e3o houve falta ou porque n\u00e3o teria se concentrado no lance, jamais pela raz\u00e3o dita pelo comentarista.<\/p>\n<p><strong>Lance 2 \u2013 Penal de Gustavo Gomes em Mendonza<\/strong><\/p>\n<p>A clareza do empurr\u00e3o, sen\u00e3o golpe, porque houve velocidade no contato das duas m\u00e3os de Gustavo Gomes em Mendon\u00e7a, n\u00e3o possibilita d\u00favida sobre a ocorr\u00eancia do p\u00eanalti e da puni\u00e7\u00e3o com CA para Gustavo Gomes, por a\u00e7\u00e3o temer\u00e1ria e, at\u00e9, t\u00e1tica.<\/p>\n<p>A clareza do lance foi grande e o \u00e1rbitro poderia t\u00ea-lo visto em campo, especialmente porque o penal se deu ap\u00f3s a cobran\u00e7a de um escanteio, em raz\u00e3o do que j\u00e1 deveria estar bem colocado, ao contr\u00e1rio do lance anterior.<\/p>\n<p>O erro mais grave, por\u00e9m, foi do VAR, sobretudo porque, como se percebe de seu di\u00e1logo com o operador, as c\u00e2meras pedidas n\u00e3o foram as corretas para o lance. \u00c9 que, em lugar de pedir, primeiramente, a c\u00e2mera do fundo da meta mais pr\u00f3xima do lance (5), por ser a mais prov\u00e1vel e porque a vis\u00e3o era frontal, o VAR pediu a c\u00e2mera do lado oposto, que s\u00f3 deveria ser solicitada se as mais prov\u00e1veis n\u00e3o solucionassem o lance.<\/p>\n<p>O dom\u00ednio do plano de c\u00e2meras, que possibilita saber quais as mais prov\u00e1veis e que devem tem as melhores imagens, \u00e9 b\u00e1sico para o VAR, bem como para o \u00e1rbitro, sendo que este para que possa solicitar outras, acaso as exibidas pelo VAR \u2013 o que n\u00e3o \u00e9 razo\u00e1vel ocorrer \u2013 n\u00e3o lhe deem imagens elucidativas.<\/p>\n<p>O erro, al\u00e9m disso, foi mais inconceb\u00edvel porque, mesmo concentrando sua vis\u00e3o e mente em c\u00e2meras inadequadas para o lance, ainda assim a c\u00e2mera 5 mostrou a falta com muita clareza e at\u00e9 com imagem parada.<\/p>\n<p><strong>Lance 3 \u2013 Penal a favor do Cear\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o houve falta.<\/p>\n<p>O choque havido entre Danilo e Vinicius foi muito claro de contato pr\u00f3prio de jogo, pois ambos os jogadores disputavam a bola e corriam em sua dire\u00e7\u00e3o, sem que nenhum deles tivesse dom\u00ednio ou vantagem. A queda do atacante, j\u00e1 que n\u00e3o houve, sequer, carga, mas apenas choque e sobretudo por a\u00e7\u00e3o de ambos os jogadores, n\u00e3o caracterizou a falta, absolutamente.<\/p>\n<p>Afinal, nem queda nem contato s\u00e3o sin\u00f4nimos de falta, muito menos quando n\u00e3o h\u00e1 carga, em que pese as cargas serem permitidas pela regra e que s\u00f3 caracterizam infra\u00e7\u00e3o quando dada de modo imprudente, no m\u00ednimo.<\/p>\n<p>Houve, assim, equ\u00edvoco do \u00e1rbitro e do VAR, sendo que o deste foi mais grave, porque dispunha do recurso do replay. Ali\u00e1s, o di\u00e1logo da cabine conduz \u00e0 conclus\u00e3o de que o VAR entendeu que o contato n\u00e3o foi faltoso. Houve, pois, <strong>erro claro, \u00f3bvio<\/strong> que tamb\u00e9m ocorre em lances de interpreta\u00e7\u00e3o, como foi o caso.<\/p>\n<p><strong>Jogo 2 \u2013 Flamengo x Atl\u00e9tico de Goi\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>Antes de analisar os lances deste jogo, julgamos indispens\u00e1vel observar que a arbitragem brasileira, afora a m\u00e1 fase por que passa, tamb\u00e9m est\u00e1 sendo v\u00edtima de teorias subjetivas de<\/p>\n<p>interpreta\u00e7\u00e3o e de afirma\u00e7\u00f5es pouco \u00e9ticas, que, respectivamente, contrariam o objetivo de se alcan\u00e7ar uniformidade de crit\u00e9rios, com base nos fatos de cada jogada e que ferem a dignidade dos \u00e1rbitros, que podem, at\u00e9, abal\u00e1-los emocionalmente.<\/p>\n<p>No aspecto do subjetivismo, com o incab\u00edvel desprezo dos elementos objetivos dos lances, como no caso do lance 1 adiante, a exemplo de quem jogou a bola; como o contato se deu; se houve ou n\u00e3o dano t\u00e1tico etc. etc., alguns comentaristas est\u00e3o afirmando, por raz\u00f5es absolutamente subjetivas, pessoais, que o contato n\u00e3o foi para tanto; que o empurr\u00e3o n\u00e3o era para derrubar; que o jogador que sofreu a a\u00e7\u00e3o a valorizou etc. etc., em lugar de compreenderem que, com o VAR, os elementos objetivos, revelado pelas imagens, s\u00e3o e devem ser a base para as decis\u00f5es.<\/p>\n<p>Outra afirmativa que tamb\u00e9m prejudica o processo do VAR \u00e9 no sentido de que se o arbitro estiver bem colocado, sua decis\u00e3o deve ser prestigiada. Nada mais errado e inconsistente, como j\u00e1 dito e vale repetir, pois estando o \u00e1rbitro bem ou mal colocado, se houver <strong>erro claro, \u00f3bvio<\/strong>, na vis\u00e3o do VAR, seu dever \u00e9 recomendar revis\u00e3o, sob pena de omiss\u00e3o, de autodesvaloriza\u00e7\u00e3o e, pior ainda, de n\u00e3o cumpri o objetivo do VAR.<\/p>\n<p>No ponto relativo \u00e0 \u00e9tica, a infeliz afirma\u00e7\u00e3o de que estaria faltando personalidade aos \u00e1rbitros para manter a decis\u00e3o de campo, quando o VAR recomenda revis\u00e3o, atenta contra a dignidade dos \u00e1rbitros, especialmente porque os comentaristas n\u00e3o t\u00eam qualquer base para afirmarem que o \u00e1rbitro n\u00e3o se convenceu da an\u00e1lise do VAR e que, mesmo assim, a seguiu. O pior de tudo \u00e9 que quando tal infeliz afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 feita, \u00e9 justamente porque o \u00e1rbitro decidiu contrariamente \u00e0 opini\u00e3o do comentarista, que, portanto, se arvora ter opini\u00e3o definitiva. Temeridade, desrespeito e fuga da \u00e9tica.<\/p>\n<p>Vamos, agora, aos lances deste jogo.<\/p>\n<p><strong>Lance 1 \u2013 Penal em Marinho \u2013 Decis\u00e3o correta<\/strong><\/p>\n<p>O tiro penal foi mais do que claro. Com efeito, foi Marinho quem tocou na bola e foi a entrada de seu advers\u00e1rio, muito pr\u00f3ximo de seu corpo, que provocou o contato, derrubou Marinho e o impediu de continuar jogando a bola, que ficou em sua clara possibilidade de dom\u00ednio.<\/p>\n<p>Supor que Marinho, com aquela proximidade do advers\u00e1rio, que at\u00e9 ensejou dificuldade para se saber quem tocou na bola, teve tempo para fazer movimento com seu corpo para caracterizar a infra\u00e7\u00e3o \u00e9 inconceb\u00edvel. Ali\u00e1s, somente por postura \u00e9tica e prud\u00eancia \u00e9 que n\u00e3o afirmamos que h\u00e1 ou interesses escusos ou ignor\u00e2ncia plena do que seria ou n\u00e3o falta, especialmente neste caso, porque relacionada com a natureza e efeitos das entradas.<\/p>\n<p><strong>Lance 2 \u2013 Cart\u00e3o Vermelho n\u00e3o aplicado em Leonardo Pereira do Atl\u00e9tico de Goi\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>Neste lance houve erro claro do \u00e1rbitro, em que pese ter havido revis\u00e3o. Com efeito, Leonardo golpeou o rosto de Everto Ribeiro com for\u00e7a excessiva.<\/p>\n<p>A gravidade da falta se caracterizou porque o golpe foi dado no rosto do advers\u00e1rio e com o cotovelo de Leonardo dobrado, em posi\u00e7\u00e3o claramente antinatural para a jogada, pois o bra\u00e7o nem foi usado para impulso ou equil\u00edbrio.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio dizer que a denominada for\u00e7a excessiva se caracteriza nas a\u00e7\u00f5es de golpear, n\u00e3o apenas quando h\u00e1 claro movimento do bra\u00e7o, o denominado gatilho. De fato, pois o risco de les\u00e3o se revela tamb\u00e9m pelo impulso do corpo do jogador que pratica a a\u00e7\u00e3o contra o corpo do que a sofre, porquanto as velocidades se somam. Estas circunst\u00e2ncias, por\u00e9m, n\u00e3o foram consideradas pelo \u00e1rbitro, sem nos esquecermos que que<\/p>\n<p>Leonardo ainda olhou para Marinho antes do contato, dando ideia de que desejava o resultado produzido: assumir o risco de les\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Lance 3 \u2013 Gol irregular do Goi\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>A falta sofrida por Diego, que teve seu p\u00e9 chutado, que o desequilibrou e que o fez perder a posse da bola, foi muito clara.<\/p>\n<p>Como a falta foi na fase de ataque, o gol foi confirmado erradamente.<\/p>\n<p>Para encerrar, \u00e9 adequado observar que tanto no lance anterior como neste houve revis\u00e3o recomendada pelo VAR, mas que o muito futuroso Caio Max, equivocadamente, manteve suas decis\u00f5es origin\u00e1rias.<\/p>\n<p>Assim, \u00e9 de se indagar: Seria a resist\u00eancia de Caio em alterar os erros cometidos fruto de influ\u00eancia da observa\u00e7\u00e3o sobre os \u00e1rbitros n\u00e3o terem personalidade para manterem as decis\u00f5es de campo?<\/p>\n<p>Se assim foi, foi mais um mal, al\u00e9m da ofensa \u00e9tica, como dito, que os coment\u00e1rios da esp\u00e9cie geram para nossos \u00e1rbitros e arbitragem, conquanto Caio, se caiu, n\u00e3o devesse cair nesta.<\/p>\n<p><strong>Lance 4 \u2013 Cart\u00e3o Vermelho n\u00e3o aplicado em Bruno Maranh\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A grosseria do pontap\u00e9 dado por Bruno Maranh\u00e3o no joelho de Marinho, com velocidade e indiscut\u00edvel for\u00e7a excessiva, sob o falso pretexto de ter jogado a bola de rasp\u00e3o no in\u00edcio da disputa, foi um erro muito grosseiro e que n\u00e3o poderia passar despercebido.<\/p>\n<p>Assim, erraram tanto o \u00e1rbitro em campo, como, principalmente, o VAR, pois dispunha de imagens para recomendar a indispens\u00e1vel revis\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 bom observar que a filosofia do VAR, consistente em \u201cM\u00ednima interfer\u00eancia e M\u00e1ximo benef\u00edcio\u201d, n\u00e3o se relaciona com a quantidade de interfer\u00eancia, como houve neste jogo, mas com a<\/p>\n<p>qualidade dos lances em que o VAR deve atuar. Assim, pouco importa se em determinada partida houver uma quantidade de revis\u00f5es que fuja da normalidade. O que interessa \u00e9 se houve <strong>erro claro, \u00f3bvio<\/strong>, pois, afinal, em um s\u00f3 jogo o \u00e1rbitro pode cometer muitos equ\u00edvocos.<\/p>\n<p><strong>Ao leitor, a palavra final.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jogo 1 \u2013 Cear\u00e1 x Palmeiras Lance 1 \u2013 Cart\u00e3o Vermelho em Richardson do Cear\u00e1 O CV foi bem aplicado. 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