{"id":183,"date":"2023-07-14T20:25:39","date_gmt":"2023-07-14T20:25:39","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/?p=183"},"modified":"2023-07-14T20:26:28","modified_gmt":"2023-07-14T20:26:28","slug":"e-agora-seneme-mais-punicoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/2023\/07\/14\/e-agora-seneme-mais-punicoes\/","title":{"rendered":"E agora Seneme, mais puni\u00e7\u00f5es?"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_12\" aria-describedby=\"caption-attachment-12\" style=\"width: 1500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/07\/37266496012_073860a661_h.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-12\" src=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/07\/37266496012_073860a661_h.jpg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"933\" srcset=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/07\/37266496012_073860a661_h.jpg 1500w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/07\/37266496012_073860a661_h-300x187.jpg 300w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/07\/37266496012_073860a661_h-768x478.jpg 768w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/07\/37266496012_073860a661_h-1024x637.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-12\" class=\"wp-caption-text\">(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Cesar Greco)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nenhuma atividade do homem justifica puni\u00e7\u00e3o disciplinar por incapacidade. Os \u00fanicos atos que podem e devem dar base a puni\u00e7\u00e3o s\u00e3o os que ferem a \u00e9tica, que s\u00e3o fruto de desvio de conduta. Os menos capacitados n\u00e3o devem ser punidos, mas instru\u00eddos, treinados.<\/p>\n<p>Quando exerc\u00edamos a fun\u00e7\u00e3o de Ouvidor de Arbitragem da CBF, em resposta aos pedidos de puni\u00e7\u00e3o aos \u00e1rbitros, feitos pelos clubes que se sentiam prejudicados, respond\u00edamos: \u201cNenhuma atividade do homem justifica puni\u00e7\u00e3o disciplinar por incapacidade. Os \u00fanicos atos que podem e devem dar base a puni\u00e7\u00e3o s\u00e3o os que ferem a \u00e9tica, que s\u00e3o fruto de desvio de conduta. Os menos capacitados n\u00e3o devem ser punidos, mas instru\u00eddos, treinados\u201d.<\/p>\n<p>Assim deve ser com os \u00e1rbitros que erram e com os jogadores que perdem gols e p\u00eanaltis. Instru\u00e7\u00e3o. Treinamento.<\/p>\n<p>Pois bem, n\u00e3o obstante esse princ\u00edpio e do qual n\u00e3o nos afastamos, Wilson Seneme pensa bem diferente e tem punido os \u00e1rbitros que integram a CBF em raz\u00e3o de erros em lances de vis\u00e3o e de interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A gravidade da quest\u00e3o, todavia, n\u00e3o se limita \u00e0 diverg\u00eancia do nosso ponto de vista, de nossa filosofia, pois isto ter\u00edamos que suportar e, at\u00e9, para ser civilizado, respeitar. Afinal, cada pessoa tem a vis\u00e3o da vida e de seus princ\u00edpios na raz\u00e3o direta de suas forma\u00e7\u00f5es. O que julgamos mais grave \u00e9 que as puni\u00e7\u00f5es t\u00eam sido abominavelmente seletivas, ou seja, de acordo, com o prest\u00edgio de cada \u00e1rbitro; dependendo do efeito dos erros nos resultados das partidas, descompromissadas, pois, com a boa t\u00e9cnica de arbitragem; na propor\u00e7\u00e3o do barulho e da \u201cimport\u00e2ncia\u201d do clube que o faz, revelando aus\u00eancia de independ\u00eancia e de diretriz coerente e consistente da Comiss\u00e3o de Arbitragem e da pr\u00f3pria CBF, cujo comando mais elevado n\u00e3o pode descuidar de tal faceta, conquanto sem interferir tecnicamente, tampouco no crit\u00e9rio de indica\u00e7\u00e3o dos \u00e1rbitros. Afinal, Seneme foi contratado a peso de ouro para solucionar, vez por todas, os problemas da arbitragem brasileira.<\/p>\n<p>N\u00e3o convence o pretexto de que as puni\u00e7\u00f5es seriam para inclus\u00e3o dos \u00e1rbitros no PADA (Programa de Assist\u00eancia e Desenvolvimento da Arbitragem), que Seneme ingenuamente divulgou como sendo novidade.<\/p>\n<p>E n\u00e3o convence:<\/p>\n<p>a) Primeiramente, porque n\u00e3o h\u00e1 not\u00edcia do tipo de treinamento a que os \u00e1rbitros suspensos, tampouco o per\u00edodo a que seriam ou teriam sido submetidos. Ali\u00e1s, sequer h\u00e1 comprova\u00e7\u00e3o do trabalho deveria ser realizado;<\/p>\n<p>b) tamb\u00e9m porque o fato de um \u00e1rbitro cometer algum erro, em especial de vis\u00e3o, n\u00e3o de t\u00e9cnica de arbitragem, n\u00e3o justifica, imperiosamente, sua inclus\u00e3o no PADA;<\/p>\n<p>c) prosseguindo, porque quando se trata de \u00e1rbitro FIFA, Master e, at\u00e9, de outra categoria, mas j\u00e1 bem qualificado, o treinamento deve envolver quest\u00f5es mais emocionais e de concentra\u00e7\u00e3o, pois todos eles sabem as regras e a t\u00e9cnica de arbitragem sobejamente. Todavia, a CA-CBF n\u00e3o disp\u00f5e do correspondente suporte, pois dispensou a psic\u00f3loga especializada da gest\u00e3o anterior e n\u00e3o se tem not\u00edcia da contrata\u00e7\u00e3o de substituta (o);<\/p>\n<p>d) indo adiante, ainda \u00e9 certo que o retorno dos \u00e1rbitros afastados em jogos das s\u00e9ries B e C, ou em jogos de menos apelo p\u00fablico, revela, apesar de esta ser uma vis\u00e3o ut\u00f3pica, discrimina\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria CBF entre as competi\u00e7\u00f5es que coordena. O correto, assim, seria verificar se o \u00e1rbitro estaria apto em raz\u00e3o dos pr\u00f3prios treinamentos e design\u00e1-los para os jogos adequados, independentemente de categoria.<\/p>\n<p>Diante de tal contexto, vale ressalvar que apenas somos contra \u00e0s puni\u00e7\u00f5es, n\u00e3o aos treinamentos, pois eles s\u00e3o a base do desenvolvimento de qualquer profissional.<\/p>\n<p>De outro passo, \u00e9 preciso reiterar que todas as celeumas de nossa arbitragem, afora a elevada complexidade de alguns lances; o desconhecimento geral sobre a mat\u00e9ria; a cegueira provocada pela paix\u00e3o que o futebol enseja etc. etc., nasce, principalmente, como dissemos em nossa coluna de 10\/07\/2023, aqui em blogs da gazeta esportiva, intitulada Raio X da Arbitragem Brasileira, da filosofia de subjetivismo que reina nas an\u00e1lises de nossas arbitragens: \u201cempurrou, segurou, mas n\u00e3o foi para tanto\u201d; \u201co atacante valorizou\u201d; \u201cn\u00e3o houve impacto\u201d; \u201cn\u00e3o foi suficiente para derrubar\u201d, como se uma falta se caracterizasse apenas quando um jogador cai etc. etc., em lugar de darmos mais valor aos fatos objetivamente e de acordo com a regra. Falta: empurrar um advers\u00e1rio; segurar um advers\u00e1rio; cal\u00e7ar ou tentar cal\u00e7ar um advers\u00e1rio &#8230;\u201d, que afastam o subjetivismo acima e deseducam nossos jogadores, pois com tal sistem\u00e1tica de interpreta\u00e7\u00e3o eles s\u00e3o estimulados a segurarem, a empurrarem, a darem cal\u00e7o, a fazerem entradas etc., desde o fa\u00e7am \u201cdevargarinho\u201d, \u201cdeslocando pouco, empurrando ou segurando pouco\u201d, \u201cdesequilibrando pouco\u201d, \u201cn\u00e3o ostensiva ou acintosamente\u201d, como se os \u00e1rbitros tivessem capacidade para medir se a for\u00e7a empregada foi ou n\u00e3o capaz para deslocar, derrubar, afora, obviamente, situa\u00e7\u00f5es claramente abertas e que revelem simula\u00e7\u00e3o, que, igualmente, deve ser punida. \u00c9 essa sistem\u00e1tica de interpreta\u00e7\u00e3o que fere a regra e que tem conduzido nossa arbitragem \u00e0 inseguran\u00e7a, \u00e0 instabilidade. Na coluna a que nos referimos, o caro leitor encontra mais elementos sobre tal ponto de vista.<\/p>\n<p>Por conta de todo esse imbr\u00f3glio, a dificuldade que a Comiss\u00e3o de arbitragem enfrenta, ap\u00f3s as rodadas da Copa do Brasil, para se<\/p>\n<p>posicionar coerentemente e n\u00e3o confirmar nossa opini\u00e3o sobre as puni\u00e7\u00f5es seletivas \u00e9 muito grande.<\/p>\n<p>Com efeito, os lances decididos pelo muito eficiente, mas n\u00e3o infal\u00edvel, Wilton Sampaio (p\u00eanalti marcado contra o Bahia no jogo com o Gr\u00eamio, contrariando tudo que h\u00e1 para se analisar as infra\u00e7\u00f5es de m\u00e3o: bola de surpresa, ap\u00f3s um desvio significativo de sua trajet\u00f3ria; posi\u00e7\u00e3o da m\u00e3o\/bra\u00e7o compat\u00edvel com o movimento; distin\u00e7\u00e3o entre situa\u00e7\u00e3o de bloqueio e de disputa e, al\u00e9m disso, o efeito t\u00e1tica da suposta infra\u00e7\u00e3o, pois neste lance quando a bola tocou no bra\u00e7o do defensor do Bahia n\u00e3o tinha mais o endere\u00e7o da meta e, portanto, n\u00e3o caracterizaria, se infra\u00e7\u00e3o fosse, ataque prometedor.<\/p>\n<p>De igual modo e na mesma partida, a n\u00e3o marca\u00e7\u00e3o do tiro penal a favor do Gr\u00eamio, em jogada que seu atacante foi segurado pelo t\u00f3rax e pela camisa, que, se comparado com o gol anulado por Anderson Daronco, no jogo Palmeiras e S\u00e3o Paulo ensejariam decis\u00f5es iguais.<\/p>\n<p>Este \u00faltimo lance mereceria decis\u00e3o id\u00eantica, na vis\u00e3o da Comiss\u00e3o de Arbitragem da CBF, \u00e0 do p\u00eanalti marcado por Bruno Arleu, no jogo Santos X Goi\u00e1s e que ensejou sua puni\u00e7\u00e3o. A prop\u00f3sito, deve ser dito que o penal marcado por Arleu foi muito claro, uma vez que a carga foi feita fora da disputa da bola e n\u00e3o para ganhar espa\u00e7o, ou seja, apenas para impedir o advers\u00e1rio de jogar.<\/p>\n<p>Como se n\u00e3o bastasse, a a\u00e7\u00e3o praticada pelo defensor do Goi\u00e1s, al\u00e9m de poder ser enquadrada como carga faltosa, como demonstrado, ainda tem previs\u00e3o especifica e literal na regra 12, Faltas e Incorre\u00e7\u00f5es. L\u00e1 est\u00e1 dito, que ser\u00e1 marcado um tiro livre direto ou um tiro penal se um jogador \u201cimpedir o avan\u00e7o de um advers\u00e1rio\u201d. Neste lance, assim, houve falta pelo \u00e2ngulo que se pretenda analisar, pois \u00e9 indiscut\u00edvel que o defensor do Goi\u00e1s deixou de participar da jogada e, pois, de tentar jogar a bola, para impulsionar seu corpo contra o do atacante, justamente para impedi-lo de participar do lance. Se o atacante alcan\u00e7aria ou n\u00e3o a bola, j\u00e1 que ele estava no contexto da jogada, ao lado de ser irrelevante, n\u00e3o pode superar o elemento objetivo da a\u00e7\u00e3o do defensor: impediu deliberadamente o avan\u00e7o do advers\u00e1rio. Vale, por fim, registrar que o fato de tal situa\u00e7\u00e3o ser pouco comum, n\u00e3o exclui sua natureza de infra\u00e7\u00e3o, sob pena de desconsiderarmos a regra e, assim, desrespeitarmos o princ\u00edpio da legalidade.<\/p>\n<p>O que os jogadores t\u00eam que fazer, essencialmente, \u00e9 tentar jogar a bola e dirigir toda sua energia para tal fim. Logo, se assim n\u00e3o agem, n\u00e3o podem ser protegidos por suposi\u00e7\u00f5es, sobretudo que contrariam a regra do jogo. Os contatos permitidos em futebol n\u00e3o s\u00e3o os que a regra pro\u00edbe.<\/p>\n<p>Por fim e por conta de tudo:<\/p>\n<p>a) voltamos a insistir que a Comiss\u00e3o de Arbitragem da CBF, para o bem de nosso futebol; para revelar sua independ\u00eancia; e, principalmente, para n\u00e3o desestabilizar emocionalmente nossos \u00e1rbitros, se afaste dos crit\u00e9rios subjetivos, dando mais valor aos fatos;<\/p>\n<p>b) insistimos que a CA-CBF evite expor os apitadores a puni\u00e7\u00f5es sem base \u00e9tica, que nada resolvem, muito menos para dar satisfa\u00e7\u00e3o aos \u201cgritantes\u201d e, pior ainda, na raz\u00e3o da \u201cfor\u00e7a de suas gargantas\u201d;<\/p>\n<p>c) entendemos que a CA-CBF deve definir, de uma vez por todas, at\u00e9 para respeitar o princ\u00edpio da legalidade, que o VAR atue apenas para corrigir \u201cerro claro, \u00f3bvio\u201d, que j\u00e1 pode ter oscila\u00e7\u00e3o, em lugar de buscar a \u201cmelhor decis\u00e3o\u201d, que \u00e9 uma verdadeira corda bamba para o futebol; e<\/p>\n<p>d) que a CA-CBF n\u00e3o descuide da filosofia de prestigiar mais os \u00e1rbitros que mais acertam, independentemente de nome e de suposta aceita\u00e7\u00e3o \u2013 designa\u00e7\u00e3o de \u00e1rbitro n\u00e3o pode ser ato pol\u00edtico;<\/p>\n<p>e) finalmente, que a CA-CBF n\u00e3o deixe de compreender que um ou outro erro, em especial em lance de fina interpreta\u00e7\u00e3o, faz parte tanto da atividade, como \u00e9 pr\u00f3prio do ser humano. Nesse passo, deve dizer: nosso \u00e1rbitro errou, mas continua merecendo nossa confian\u00e7a t\u00e9cnica e ser\u00e1 novamente designado, logicamente que considerando o todo das atua\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ao leitor a palavra final.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nenhuma atividade do homem justifica puni\u00e7\u00e3o disciplinar por incapacidade. 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