{"id":144,"date":"2022-11-29T01:24:17","date_gmt":"2022-11-29T01:24:17","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/?p=144"},"modified":"2022-11-29T01:24:17","modified_gmt":"2022-11-29T01:24:17","slug":"arbitro-insensivel-erro-claro-em-marcacao-de-tiro-penal-var-celeridade-e-lentidao-acrescimos-impedimentos-vencidos-dinamica-de-jogo-mao-cobrindo-a-boca-e-jogo-brusco-grave","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/2022\/11\/29\/arbitro-insensivel-erro-claro-em-marcacao-de-tiro-penal-var-celeridade-e-lentidao-acrescimos-impedimentos-vencidos-dinamica-de-jogo-mao-cobrindo-a-boca-e-jogo-brusco-grave\/","title":{"rendered":"\u00c1rbitro insens\u00edvel; Erro claro em marca\u00e7\u00e3o de tiro penal; VAR: celeridade e lentid\u00e3o; Acr\u00e9scimos; Impedimentos vencidos (din\u00e2mica de jogo); M\u00e3o cobrindo a boca; e Jogo Brusco Grave."},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_145\" aria-describedby=\"caption-attachment-145\" style=\"width: 8256px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-145\" src=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/11\/000_32VZ3UZ.jpg\" alt=\"\" width=\"8256\" height=\"5504\" srcset=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/11\/000_32VZ3UZ.jpg 8256w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/11\/000_32VZ3UZ-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/11\/000_32VZ3UZ-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/11\/000_32VZ3UZ-768x512.jpg 768w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/11\/000_32VZ3UZ-1536x1024.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 8256px) 100vw, 8256px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-145\" class=\"wp-caption-text\">Alireza Faghani deu p\u00eanalti inexistente para Portugal (Foto: AFP\/Kirill Kudryavtsev)<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>\u00c1rbitro insens\u00edvel \u2013<\/strong> Embora a obriga\u00e7\u00e3o de continuar um jogo ap\u00f3s o tempo regulamentar se limite a um tiro penal, \u00e9 indispens\u00e1vel que os \u00e1rbitros compreendam a ess\u00eancia do futebol e tenham sensibilidade para terminarem os jogos em oportunidades que n\u00e3o gerem controv\u00e9rsia.<\/p>\n<p>No jogo <strong>Gana 3 X 2 Coreia do Sul<\/strong>, o \u00e1rbitro ingl\u00eas Anthony Taylor, apesar de ter dado 10 minutos de acr\u00e9scimos (estaria certo?) terminou o jogo aos 10:51, n\u00e3o permitindo a cobran\u00e7a de um tiro de canto pela equipe que perdia o jogo, apesar de ter tido oportunidade de encerrar a partida bem antes e em zona neutra, mas j\u00e1 ap\u00f3s o tempo do acr\u00e9scimo concedido, como recomenda a boa t\u00e9cnica de arbitragem.<\/p>\n<p>A atitude do \u00e1rbitro gerou protestos e at\u00e9 a expuls\u00e3o de Paulo Bento, treinador da Coreia do Sul.<\/p>\n<p>O mais importante de tudo, todavia, \u00e9 que, j\u00e1 durante os acr\u00e9scimos, um jogador da sele\u00e7\u00e3o de Gana se machucou e foi atendido em campo, ocasionando perda de mais de um minuto, o que, a rigor, a rigor obrigaria o \u00e1rbitro a permitir a cobran\u00e7a do tiro de canto.<\/p>\n<p>O resultado de tal incidente \u00e9 que uma boa arbitragem foi manchada por falta de sensibilidade.<\/p>\n<p><strong>Portugal 2 X 0 Uruguai \u2013<\/strong> O tiro penal marcado a favor de Portugal n\u00e3o ocorreu, tanto em raz\u00e3o do texto da regra, quanto considerando os crit\u00e9rios adotados at\u00e9 agora na COPA DO CATAR para as infra\u00e7\u00f5es da esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>A regra estabelece como chave, \u00fanica chave para definir se o toque da bola na m\u00e3o\/bra\u00e7o de um jogador \u00e9 faltoso ou n\u00e3o, a compatibilidade da posi\u00e7\u00e3o do bra\u00e7o com o movimento realizado.<\/p>\n<p>\u00c9 a regra respeitando a ess\u00eancia do futebol, pois os jogadores precisam dos seus bra\u00e7os para equilibrar-se, alcan\u00e7ar velocidade, ter impulso etc.<\/p>\n<p>Logo, se a posi\u00e7\u00e3o do bra\u00e7o for compat\u00edvel com o movimento realizado, considera-se que a posi\u00e7\u00e3o \u00e9 natural e, assim, n\u00e3o haver\u00e1 infra\u00e7\u00e3o. Ao contr\u00e1rio, entende-se que a posi\u00e7\u00e3o do bra\u00e7o \u00e9 antinatural, quando a infra\u00e7\u00e3o se caracteriza.<\/p>\n<p>Neste caso, o bra\u00e7o do defensor do Uruguai, al\u00e9m de ser compat\u00edvel com o movimento realizado \u2013 entrada na tentativa de jogar a bola \u2013, ainda estava por tr\u00e1s de seu corpo, o que afasta ainda mais a possibilidade de infra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De outro lado, embora n\u00e3o tenhamos conhecimento de quais teriam sido as diretrizes tra\u00e7adas pela Comiss\u00e3o de Arbitragem da FIFA para o tema, podemos concluir que teriam sido em tal dire\u00e7\u00e3o, tanto por quest\u00e3o de legalidade, como considerando os diversos toques da bola em bra\u00e7os de alguns jogadores em situa\u00e7\u00f5es semelhantes e nas quais n\u00e3o houve marca\u00e7\u00e3o de tiro penal.<\/p>\n<p>N\u00e3o houve, pois, o tiro penal e isto tanto pelo texto da regra, como pelo que teriam sido as diretrizes tra\u00e7adas pela FIFA.<\/p>\n<p>O erro foi agravado porque o tiro penal foi marcado com aux\u00edlio do VAR, o que, al\u00e9m de tudo, tamb\u00e9m contrariou o princ\u00edpio da ocorr\u00eancia de <strong>erro claro, \u00f3bvio<\/strong>.<\/p>\n<p>Errou o VAR ao recomendar a revis\u00e3o e errou o \u00e1rbitro ao desconsiderar os elementos acima, que, ali\u00e1s, j\u00e1 deveriam ter sido analisados no instante em que o fato ocorreu.<\/p>\n<p><strong>VAR: celeridade e lentid\u00e3o &#8211;<\/strong> Apesar do grande investimento em tecnologia e da rapidez das an\u00e1lises, o VAR, contraditoriamente, tem deixado o p\u00fablico em segundo plano, pois s\u00f3 exibe as imagens (computa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica) dos lances revisados e principalmente dos checados com muito atraso e j\u00e1 completamente fora do contexto.<\/p>\n<p>Em sendo assim, inclusive porque as transmiss\u00f5es dos jogos s\u00e3o da pr\u00f3pria FIFA, a entidade pode e deve agilizar o processo de exibi\u00e7\u00e3o das imagens, principalmente as relativas aos gols confirmados, mas que tiveram apar\u00eancia de impedimento (lances ajustados). Afinal, o torcedor n\u00e3o se satisfaz apenas com a certeza da corre\u00e7\u00e3o das decis\u00f5es, tamb\u00e9m necessita conhecer as correspondentes provas.<\/p>\n<p>Exemplos dessa demora foram as importantes e corretas decis\u00f5es anulando e confirmando gols dos jogos <strong>Marrocos 2 X 0 B\u00e9lgica, Alemanha 1 X 1 Espanha, Camar\u00f5es 3 X 3 S\u00e9rvia e Brasil 1 X 0 Su\u00ed\u00e7a<\/strong>, pois as imagens foram exibidas muito tempo depois da arbitragem definir os lances, \u201cmatando\u201d de expectativa os torcedores.<\/p>\n<p><strong>Acr\u00e9scimos \u2013<\/strong> Apesar do bem-vindo avan\u00e7o de se acrescer ao final de cada per\u00edodo o tempo de jogo perdido, sobretudo informando o p\u00fablico com a exibi\u00e7\u00e3o de uma placa pelo 4\u00ba \u00e1rbitro, cremos que esta Copa tem revelado momentos de incongru\u00eancia. Com efeito, em alguns jogos h\u00e1 acr\u00e9scimos exagerados e em outros quase que nenhum.<\/p>\n<p>Ora, se a ordem de Pierluigi Colina, foi para recuperar todo tempo perdido, quase que \u00e0 semelhan\u00e7a de Futsal, como tem ocorrido (09, 10, 11 etc. minutos) em uns jogos, n\u00e3o ressoa razo\u00e1vel, que em outros haja apenas 01 ou 02 minutos de acr\u00e9scimo.<\/p>\n<p>Desse modo, a Comiss\u00e3o de Arbitragem da FIFA precisa reordenar as coisas e orientar os \u00e1rbitros sobre que dura\u00e7\u00f5es e motivos devem ser considerados.<\/p>\n<p>Para tanto, a FIFA deve considerar a ess\u00eancia da regra e do futebol, ou seja, contar apenas os per\u00edodos que fujam da naturalidade de alguns procedimentos de rein\u00edcios, a exemplo de tiros de meta, de canto, arremessos laterais, faltas, comemora\u00e7\u00f5es de gols, substitui\u00e7\u00f5es etc., lembrando, por\u00e9m, que os tempos gastos para atendimento m\u00e9dico devem ser recuperados na integralidade.<\/p>\n<p>Cremos que com o realinhamento das instru\u00e7\u00f5es n\u00e3o ficaremos nem tanto ao mar nem tanto \u00e0 terra.<\/p>\n<p>Por falar em atendimento m\u00e9dico, observamos que a Regra 5 \u2013 O \u00c1rbitro, no cap\u00edtulo <strong>\u201cLes\u00f5es\u201d<\/strong> vem sendo ferida em todos os jogos e a todo tempo nesta Copa, assim como em todas as competi\u00e7\u00f5es mundo afora, pois, normalmente, todos jogadores e sem exce\u00e7\u00e3o est\u00e3o recebendo atendimento m\u00e9dico em campo, seja ou n\u00e3o grave a les\u00e3o, transformando em letra morta a previs\u00e3o da regra, que s\u00f3 permite atendimento m\u00e9dico em campo em caso de les\u00e3o grave, de les\u00f5es de goleiros e de 02 jogadores da mesma equipe. Ali\u00e1s, a regra precisa ser aperfei\u00e7oada neste particular. Exemplo de distor\u00e7\u00e3o \u00e9 quando dois jogadores de equipes distintas sofrem les\u00e3o simultaneamente e s\u00e3o obrigados a sair de campo, provocando mais perda de tempo.<\/p>\n<p><strong>Impedimentos vencidos (din\u00e2mica de jogo) \u2013<\/strong> A sistem\u00e1tica do denominado <strong>\u201cdelay flag\u201d<\/strong>, ao lado de estar sendo vulgarizada, como dissemos na coluna de 22\/11\/2022, pois est\u00e1 sendo praticada mesmo em lances claros, ainda est\u00e1 causando preju\u00edzo ao desenvolvimento do jogo e ferindo frontalmente a regra da vantagem. De fato, pois os \u00e1rbitros assistentes, ap\u00f3s retardarem suas bandeiras, ent\u00e3o assinalando impedimentos mesmo quando as defesas j\u00e1 t\u00eam a posse de bola sem press\u00e3o, no que, para agravar, est\u00e3o sendo seguidos pelos \u00e1rbitros, que paralisam o jogo sem qualquer cerimonia e independentemente de seu desenvolvimento.<\/p>\n<p>Essas paralisa\u00e7\u00f5es, que revelam uma t\u00e9cnica de arbitragem pobre, n\u00e3o podem continuar, at\u00e9 porque a bem-vinda altera\u00e7\u00e3o da regra, que possibilita ao \u00e1rbitro marcar a falta vencida quando a vantagem n\u00e3o se concretiza, \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o para evitar benef\u00edcio para qualquer equipe.<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio, assim e mais uma vez, que a FIFA realinhe suas instru\u00e7\u00f5es para esta situa\u00e7\u00e3o, o que, por igual, deve haver em nossas competi\u00e7\u00f5es, como j\u00e1 registramos.<\/p>\n<p>O desejo de se saber se um assistente acertou ou errou em um lance vencido (impedimento, falta etc.) n\u00e3o pode, absolutamente, superar a ess\u00eancia da regra e prejudicar o desenvolvimento do jogo.<\/p>\n<p>Um simples sinal com um bra\u00e7o feito pelo assistente ou pelo \u00e1rbitro, quando o assistente n\u00e3o for sens\u00edvel, resolver\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o e beneficiar\u00e1 o espet\u00e1culo. Preju\u00edzo para o jogo e para as equipes \u00e9 que n\u00e3o pode continuar ocorrendo.<\/p>\n<p><strong>M\u00e3o cobrindo a boca \u2013<\/strong> O h\u00e1bito que j\u00e1 se tornou tradicional do futebol, a nosso ver sem sentido, de se falar com a m\u00e3o cobrindo a boca, para evitar leitura labial, n\u00e3o pode ser praticado pelos \u00e1rbitros nem entre si tampouco com os jogadores e vice-versa.<\/p>\n<p>Breve, breve haver\u00e1 alega\u00e7\u00f5es de que coisas foram ditas sem que tenham sido faladas. No Brasil isto j\u00e1 ocorreu.<\/p>\n<p>Assistindo a um jogo da Copa ao lado minha esposa, logo ap\u00f3s um jogador, cuja fei\u00e7\u00e3o era de protesto, falar com o \u00e1rbitro com a m\u00e3o na boca, ela exclamou: \u201cBem, o jogador xingou o \u00e1rbitro!\u201d.<\/p>\n<p>\u00c9 essa a ideia que tal a\u00e7\u00e3o passa. Logo, os \u00e1rbitros, como recomend\u00e1vamos quando ainda er\u00e1mos dirigente de arbitragem da CBF, n\u00e3o podem fazer tal gesto e devem orientar os jogadores a tirarem a m\u00e3o da frente da boca, sob pena de n\u00e3o travarem di\u00e1logo.<\/p>\n<p>Mais uma vez, a mulher de C\u00e9sar entra em campo: <strong>\u201cN\u00e3o basta ser honesta, tamb\u00e9m deve aparentar que \u00e9 honesta\u201d<\/strong>. Os di\u00e1logos, portando, entre \u00e1rbitros e entre \u00e1rbitros e jogadores n\u00e3o podem aparentar que t\u00eam algo oculto.<\/p>\n<p>Cumpre \u00e0 FIFA corrigir mais estes pontos, como, por igual, a CBF para a pr\u00f3xima temporada.<\/p>\n<p><strong>Jogo Brusco Grave \u2013<\/strong> Para finalizar, tamb\u00e9m \u00e9 preciso registrar mais um ponto positivo da COPA DO CATAR, que se relaciona com a conduta muito positiva dos jogadores.<\/p>\n<p>De fato, pois, embora tenha havido algumas expuls\u00f5es com Cart\u00e3o Vermelho direto e at\u00e9 por jogo brusco grave, em nenhum momento houve a\u00e7\u00e3o que revelasse deslealdade e desejo de lesionar os advers\u00e1rios.<\/p>\n<p>Quem ganha com isto \u00e9 o pr\u00f3prio futebol; a imagem dos jogadores; e o mundo do profissionalismo civilizado.<\/p>\n<p>Ao leitor, a palavra final.<\/p>\n<p>Manoel Serapi\u00e3o filho<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c1rbitro insens\u00edvel \u2013 Embora a obriga\u00e7\u00e3o de continuar um jogo ap\u00f3s o tempo regulamentar se limite a um tiro penal, \u00e9 indispens\u00e1vel que os \u00e1rbitros <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/2022\/11\/29\/arbitro-insensivel-erro-claro-em-marcacao-de-tiro-penal-var-celeridade-e-lentidao-acrescimos-impedimentos-vencidos-dinamica-de-jogo-mao-cobrindo-a-boca-e-jogo-brusco-grave\/\">leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":145,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-144","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/files\/2022\/11\/000_32VZ3UZ.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=144"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/wp-json\/wp\/v2\/media\/145"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=144"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=144"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/arbitragem\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=144"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}