{"id":9076,"date":"2017-05-12T20:07:17","date_gmt":"2017-05-12T23:07:17","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/?p=9076"},"modified":"2017-05-12T20:22:13","modified_gmt":"2017-05-12T23:22:13","slug":"o-wm-do-italiano-campeao-ingles","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/2017\/05\/12\/o-wm-do-italiano-campeao-ingles\/","title":{"rendered":"O WM do italiano campe\u00e3o ingl\u00eas"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_9077\" aria-describedby=\"caption-attachment-9077\" style=\"width: 900px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/files\/2017\/05\/chelsea.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"9077\" data-permalink=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/2017\/05\/12\/o-wm-do-italiano-campeao-ingles\/fbl-eng-pr-west-brom-chelsea\/\" data-orig-file=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/files\/2017\/05\/chelsea.jpg\" data-orig-size=\"900,599\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;AFP&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Chelsea&#039;s Italian head coach Antonio Conte (3L) leads celebrations of victory after the English Premier League match between West Bromwich Albion and Chelsea at The Hawthorns stadium in West Bromwich, west Midlands on May 12, 2017. \\\/ AFP PHOTO \\\/ Anthony Devlin&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1494625979&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;AFP or licensors&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;FBL-ENG-PR-WEST BROM-CHELSEA&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"FBL-ENG-PR-WEST BROM-CHELSEA\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Foto: Anthony Devlin\/AFP&lt;\/p&gt;\n\" data-medium-file=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/files\/2017\/05\/chelsea-300x200.jpg\" data-large-file=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/files\/2017\/05\/chelsea.jpg\" class=\"size-full wp-image-9077\" src=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/files\/2017\/05\/chelsea.jpg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"599\" srcset=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/files\/2017\/05\/chelsea.jpg 900w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/files\/2017\/05\/chelsea-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/files\/2017\/05\/chelsea-768x511.jpg 768w, https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/files\/2017\/05\/chelsea-120x80.jpg 120w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-9077\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Anthony Devlin\/AFP<\/figcaption><\/figure>\n<p>O Chelsea acaba de levantar o t\u00edtulo ingl\u00eas diante do West Bromwich, por 1 a 0 , gol nascido de um cruzamento da direita de Aspilicueta, o lateral de origem escalado pelo t\u00e9cnico Antonio Conte como o tal terceiro zagueiro no esquema que anda encantando o mundo, como uma grande novidade a ser seguida.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, pode o amigo esperar por a\u00ed, ao longo do Brasileir\u00e3o que se inicia neste s\u00e1bado, uma nova febre de tr\u00eas zagueiros. Com um detalhe: a turma ouviu cantar o galo mas n\u00e3o sabe onde.<\/p>\n<p>O sistema adotado pelo esfuziante italiano no Chelsea nada tem a ver com aquele que j\u00e1 havia ca\u00eddo em desuso h\u00e1 tempos, l\u00e1 e c\u00e1, com tr\u00eas zagueiros de origem, voca\u00e7\u00e3o e estilo. Este torna a equipe ou excessivamente defensivo, com os dois laterais cumprindo suas fun\u00e7\u00f5es habituais, ou perde de vez o dom\u00ednio do meio de campo, pela falta de um armador, ou, ent\u00e3o, poder ofensivo, pela aus\u00eancia de um terceiro atacante.<\/p>\n<p>O Chelsea de Conte tem um lateral (Aspilicueta) mais recuado, embora com liberdade para atacar quando seu time est\u00e1 com a bola; um zagueiro-zagueiro (Cahill) e um outro, de t\u00e9cnica refinada, que, al\u00e9m de afinar o primeiro passe, \u00e9 capaz de se transformar em volante com a maior facilidade (David Lu\u00eds).<\/p>\n<p>Pela direita, completando Aspilicueta, tem l\u00e1 um ponta veloc\u00edssimo, agressivo e combativo como Moses, que vai e vem. \u00c0 sua frente, ainda, Pedro, ponta-ponta, assim como na esquerda, Hazard, de drible f\u00e1cil e agudo, com um centroavante t\u00edpico, Diego Souza. No meio de campo, tr\u00eas armadores &#8211; Kant\u00e9, que se movimenta demais, ou Matic, canhoto de bom passe, e F\u00e0bregas, um meia de alt\u00edssima ci\u00eancia na distribui\u00e7\u00e3o de jogo.<\/p>\n<p>E, pela lateral-esquerda. Alonso, que praticamente atua como um ponta-esquerda o tempo todo.<\/p>\n<p>Se levarmos em conta que o setor de meio de campo \u00e9 acrescido da presen\u00e7a de Moses pela direita, teremos, ent\u00e3o, um 3-4-3, n\u00e3o o j\u00e1 tradicional 3-5-2, pretensamente ofensivo, mas, de fato, defensivo.<\/p>\n<p>E, se quisermos nos aprofundar nesse papo, \u00e9 como se o italiano de hoje tirasse do ba\u00fa o c\u00e9lebre WM do escoc\u00eas H. Chapman, sistema que, na virada dos anos 20 para os 30, mudou a face do futebol e estabeleceu os princ\u00edpios t\u00e1ticos que basearam todos os demais: tr\u00eas zagueiros, quatro meio-campistas e tr\u00eas atacantes.<\/p>\n<p>Esses quatro do meio de campo eram dois m\u00e9dios de apoio (volantes) e dois meias, que, dependendo do seu eventual posicionamento estrat\u00e9gico, poderiam formar um quadrado, um losango, um trap\u00e9zio, um tri\u00e2ngulo, um ret\u00e2ngulo ou simplesmente uma linha reta. Por isso, foi batizado de <em>quadrado m\u00e1gico<\/em>. M\u00e1gico porque muda de formato de acordo com o andamento do jogo ou das instru\u00e7\u00f5es do t\u00e9cnico, pois futebol n\u00e3o \u00e9 pebolim, como querem nossos observadores atuais em geral. Est\u00e1 mais para v\u00eddeo-game, em nome da modernidade que a turminha tanto apregoa por a\u00ed.<\/p>\n<p>De qualquer maneira, n\u00e3o se deve atribuir o \u00eaxito do Chelsea apenas a essa mudan\u00e7a de ordem t\u00e1tica. Some-se a isso, a excel\u00eancia do seu elenco, o fato desse time ter praticamente s\u00f3 disputado o campeonato ingl\u00eas &#8211; o que poupou os jogadores e ampliou as chances de treinamentos mais adequados -, ao contr\u00e1rio de seus perseguidores que se desdobraram em outras competi\u00e7\u00f5es paralelas, e, claro, a ineg\u00e1vel compet\u00eancia de seu treinador, que j\u00e1 havia mexido no \u00e2mago da Azzurra quando por l\u00e1 esteve.<\/p>\n<p><strong>NA LINHA DO GOL<\/strong><\/p>\n<p><em>No rigor da lei, a pena dada pela Conmebol a Felipe Melo tem l\u00e1 seu respaldo jur\u00eddico. Afinal, o volante verde meteu o bra\u00e7o na cara do uruguaio espevitado que corria em sua dire\u00e7\u00e3o. Assim como n\u00e3o cabe \u00e0 junta punitiva desconsiderar as cretinas declara\u00e7\u00f5es do atleta pela tv, antes do jogo, de que se preciso fosse &#8220;daria tapas na cara dos uruguaios&#8221;. Mas, c\u00e1 entre n\u00f3s, aquele cruzado na cabe\u00e7a do uruguaio foi bem dado. Quem, com um pingo de sangue nas veias, n\u00e3o o daria, naquelas circunst\u00e2ncias em que o sujeito investe por vinte, trinta metros sobre voc\u00ea com o claro intuito de agredir? Isso tamb\u00e9m deveria ser levado em conta pela corte de justi\u00e7a. Assim como punir muito mais drasticamente o Pe\u00f1arol que, evidentemente, armou uma arapuca para acuar os jogadores verdes em campo com a clara inten\u00e7\u00e3o de massacr\u00e1-los.\u00a0<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Chelsea acaba de levantar o t\u00edtulo ingl\u00eas diante do West Bromwich, por 1 a 0 , gol nascido de um cruzamento da direita de <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/2017\/05\/12\/o-wm-do-italiano-campeao-ingles\/\">leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":46,"featured_media":9077,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-9076","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/files\/2017\/05\/chelsea.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pekB7q-2mo","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9076","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/wp-json\/wp\/v2\/users\/46"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9076"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9076\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9077"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9076"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9076"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.gazetaesportiva.com\/albertohelena\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9076"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}